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O turismo em Goiás cresceu 4,6% em agosto de 2026, na comparação com julho, e alcançou o melhor resultado mensal desde abril de 2025, quando havia registrado alta de 9,4%. O desempenho colocou o estado na terceira posição entre os 17 locais analisados pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O crescimento ficou acima da média nacional, de 2,5% no mesmo período. Os dados consideram a série com ajuste sazonal, metodologia que permite comparar meses consecutivos ao reduzir os efeitos de fatores típicos de certas épocas do ano. Na comparação anual, Goiás também foi positivo: ante agosto de 2025, o volume das atividades turísticas subiu 1,8% no estado, enquanto o Brasil avançou 0,9%.

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O terceiro maior crescimento do país

Entre os 17 locais acompanhados, apenas dois tiveram desempenho superior ao de Goiás de julho para agosto. O Rio Grande do Norte liderou, com alta de 7%, seguido pelo Ceará (5,3%). Goiás veio na sequência, com 4,6%. Outros estados também cresceram, como São Paulo (3,5%) e Santa Catarina e Alagoas (3,3% cada). Na outra ponta, a Bahia teve a maior retração (-12,3%), com quedas também no Paraná (-0,5%) e no Distrito Federal (-0,2%).

O impacto na economia estadual

Para o presidente da Goiás Turismo, Paulo Henrique Rodrigues Silva, o resultado se relaciona às iniciativas de promoção dos destinos e à busca por ampliar o fluxo de visitantes. “Esse resultado reforça o potencial de Goiás como destino turístico e mostra que estamos avançando na direção certa. Temos trabalhado para ampliar a visibilidade dos nossos atrativos, fortalecer os destinos e atrair cada vez mais visitantes. O turismo é uma atividade estratégica para a economia goiana, porque movimenta diferentes setores, gera empregos e cria oportunidades de desenvolvimento nos municípios”, destaca. A atividade envolve hospedagem, alimentação, transporte e serviços ligados às viagens.

Como o IBGE mede o turismo

Os resultados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, levantamento que acompanha o desempenho do setor de serviços no país. A pesquisa usa a receita bruta de serviços de empresas formais com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja atividade principal seja a prestação de serviços não financeiros (saúde e educação ficam de fora). A partir desses dados, o instituto produz indicadores que avaliam a evolução das atividades, incluindo as de turismo.

Um ponto importante: o indicador de atividades turísticas considera o comportamento econômico dos serviços associados ao setor — ou seja, o volume/receita — e não corresponde diretamente à quantidade de turistas que visitaram cada destino.

→ Sugestão de link interno (início): matéria sobre a Pesquisa de Demanda Turística de Goiânia ou sobre a economia do turismo em Goiás. → Sugestão de link interno (fim): matéria sobre os destinos mais visitados ou sobre o balanço do turismo goiano.

Entenda os Números

O que cresceu

O volume das atividades turísticas em Goiás subiu 4,6% de julho para agosto de 2026 (série com ajuste sazonal).

Por que é relevante

Foi o melhor resultado mensal desde abril de 2025 e o 3º maior entre os 17 locais do país, atrás só de Rio Grande do Norte (7%) e Ceará (5,3%).

Acima da média

O Brasil cresceu 2,5% no mês; na comparação anual, Goiás subiu 1,8% ante agosto de 2025, contra 0,9% do país.

A fonte

Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do IBGE, baseada na receita de empresas formais de serviços.

A ressalva importante

O índice mede o volume econômico (receita) dos serviços turísticos — não o número de turistas que visitaram o estado.

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